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Boas iniciativas devem ser compartilhadas!

O conselho da Europa desenvolveu uma campanha com materiais para impedir que as crianças sejam vítimas de violência ou abuso sexual.Chamada "Aqui ninguém toca".

A Regra “Aqui ninguém toca” faz parte da campanha “UMA em CINCO” do Conselho da Europa para combater a violência sexual contra as crianças. Para mais informações sobre outras medidas de prevenção e proteção que o Conselho da Europa está a promover, consulte a página: www.coe.int/oneinfive

Todo material que inclui livro, vídeo, cartazes e postais podem ser acessados nesse site: 

http://www.underwearrule.org/default_pt.asp

Lembrando que para denuncias de violências devemos procurar Conselhos Tutelares, Varas da Infância e Juventude ou ligue no Disque Denuncia Nacional de Abuso e Exploração sexual contra crianças e adolescentes, através do número 100.










Excesso de Controle dos Pais pode deixar as Crianças com Tédio

Em entrevista exclusiva à CRESCER, psicóloga da USP explica que é preciso melhorar alguns aspectos da rotina para motivar seu filho a brincar

Se o seu filho anda sem disposição, desmotivado ou sem interesse em fazer as atividades no dia a dia, cuidado: você pode ser o causador disso. Uma pesquisa desenvolvida no Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo mostrou que o excesso de controle e a superproteção dos adultos são a principal causa de apatia, falta de espontaneidade e tédio na infância.
O estudo envolveu uma avaliação da rotina e do comportamento de 30 crianças, entre 5 e 7 anos, de famílias paulistanas de alto de alto poder aquisitivo. Além de estudarem no mesmo colégio bilíngue, todas convivem com pelo menos um funcionário da família (empregada, babá e/ou motorista), fazem viagens para dentro e fora do Brasil, comemoram o aniversário com festa e fazem passeios aos finais de semana. Nas famílias que não tinham uma babá para ajudar a cuidar da criança, a mãe trabalhava meio período e contava com o apoio de uma empregada doméstica.
“Notei dois pontos bem fortes: maior facilidade no consumo de bens, que muitas vezes aparece como atenuante da culpa pela ausência na vida do filho enquanto estão no trabalho, e a prática de uma atividade extracurricular. A maioria fazia pelo menos duas, algumas três”, conta a psicóloga e psicopedagoga Clarice Kunsch, autora do estudo.
O superagendamento das crianças pode ser explicado por dois fatores. O primeiro é a questão de segurança, afinal, entende-se que, em um curso, a criança está num local seguro e sob a responsabilidade de um profissional especializado. O segundo, e principal, é apontado por Clarice como a preocupação dos pais em garantir um futuro promissor e bem sucedido para os filhos. Com isso, vem a idade do “quanto antes, melhor”. “Eles querem antecipar conteúdos, por exemplo, a criança ser alfabetizada com três ou quatro anos, fazer cursos de um segundo ou terceiro idioma antes dos seis, praticar esportes intensivos”, diz.
O tédio

Tudo o que foi descrito acima pode ser visto como uma tendência da maioria das famílias com o mesmo padrão de vida das analisadas na pesquisa. O impacto disso num futuro distante é difícil prever, mas em curto prazo já dá para dizer que o excesso de tarefas pode deixar a criança esgotada mentalmente e sem tempo para criar e imaginar

Como consequência disso, vem o que a pesquisadora chama de sinais de vivência de tédio, ou seja, apatia, desinteresse, falta de iniciativa, de motivação, do “brilho no olhar”, de encantamento com as coisas mais simples, como, por exemplo, uma joaninha. Portanto, se seu filho não vai brincar quando solicitado, se há falta de iniciativa para agir, não há interesse por filmes ou livros típicos do universo infantil ou fica à espera de um adulto para lhe dizer o que fazer, pode ser sinal de tédio.
A boa notícia é que combater o aparecimento dessa apatia não é difícil, embora requer reestruturação das prioridades da família, como ensina a psicóloga: “Acredito que os pais devam primeiramente ver como a vida da criança está sendo ocupada: excessos definitivamente não fazem bem. Fazendo coisas demais, as crianças têm dificuldade em lidar com as próprias vidas. Falta espontaneidade, criatividade e alegria. E tudo isso compromete o desenvolvimento saudável da criança em todos os aspectos: físico, emocional, intelectual e moral. Não se deve forçar conteúdos para tentar pular etapas. O tempo de cada criança precisa ser respeitado”.
Sim, a gente sabe que outro idioma é mais do que necessário para o seu filho no futuro. Mas não é por isso que você precisa matriculá-lo já na escola. Quanto às atividades físicas, a especialista alerta que elas também devem ser ponderadas. O melhor é a criança fazer atividades poliesportivas, em vez de treinar movimentos repetitivos, como tênis e futebol.
Os cursos mais lúdicos ou oficinas de artes são boas dicas de atividades extracurriculares, já que trabalham mais com prazer e menos com obrigação. Porém, a pesquisadora ressalta que eles são muito diferentes de brincar livremente. “Ela explora o mundo de outra forma quando brinca, interage com outras crianças, com a natureza, cria sem a mediação do adulto. Por isso, esses momentos devem predominar na rotina da criança”, aconselha Clarice.
Nada substitui a convivência 

A pesquisa da USP chamou a atenção para outro ponto que estimula o tédio: o excesso dos bens materiais. Quando Clarice perguntou para as crianças o que as deixavam mais felizes, todas responderam algo ligado à presença de pessoas. ‘Gosto quando meus amigos estão em casa’, ‘quando minha tia vem me visitar’, foi algumas das respostas que encontrou. Os momentos ruins estavam igualmente relacionados às pessoas: ‘Não gosto de brincar com meu irmão’ ou ‘quando não tem ninguém para brincar comigo’.

“Na conversa com as crianças, observei que os bens materiais em excesso são um desperdício e não há necessidade de dar tantos presentes para as crianças. Deve-se entender o porquê de ela estar pedindo algo. É realmente um desejo pelo objeto ou é um desejo de atenção? Muitas vezes é a maneira que a criança encontra para interagir com o adulto”, alerta a especialista.
FONTE: Revista Crescer. Editora Globo.
Por Andressa Basilio - atualizada em 14/01/2014 11h46



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Livros são ótimas ferramentas para tratar de assuntos difíceis com as crianças. 

Com isso compartilho com vocês um projeto muito interessante, chamado "Pipo e Fifi".

Nele são discutidos conceitos sobre o corpo, sentimentos, convivência etrocas afetivas, de forma lúdica ensina a diferenciar toques de amor de toques abusivos, indicando formas para diálogo, proteção e ajuda.


Para conhecer mais sobre o projeto e fazer o download do livro, acessem:




http://www.pipoefifi.org.br/home.html



Seu filho tem medo do escuro?

Saiba por que isso acontece e como minimizar os efeitos dessa fase

Basta apagar a luz do quarto para seu filho começar a chorar? Calma, ele não é o único. O medo do escuro é comum na infância e começa a aparecer por volta dos 3 anos e desaparece, em geral, aos 7. O temor ocorre porque nessa idade as crianças têm a imaginação bastante aflorada e não conseguem distinguir a realidade da fantasia. Os temores podem vir após ler uma notícia, fazer um desenho, ouvir um conto de fadas e até um papo de adulto. “No escuro, a criança fica mais propensa a imaginar possíveis perigos como, por exemplo, monstros nas sombras, vampiros voando sobre a cama e lobisomens na janela do quarto”, explica a psiquiatra Carolina da Costa, do Ambulatório de Ansiedade na Infância e Adolescência do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clinicas (SP).
medo faz parte do desenvolvimento emocional do ser humano. É a reação de proteção que o organismo tem ao acreditar que algo possa lhe fazer mal. Por isso que, na hora de dormir, quando os pais não estão por perto e as luzes apagadas, esse sentimento aflora.
E se você acha que o medo é apenas ruim, saiba que ele tem, sim, suas vantagens. “O sentimento pode até ser benéfico para a criança, pois é assim que ela começa a formar o conceito do que é real. Quando os pais explicam que fantasmas não existem, por exemplo, ela entende que o que está vendo faz parte da imaginação”, diz Maria Dirce Benedito, mestre em psicologia do setor de Saúde Mental do departamento de pediatria da Unifesp (SP).

Como ajudar a criança

De acordo com a psicóloga Ana Lúcia Castello, do Hospital Infantil Sabará (SP), para ajudar seu filho a superar o medo, você deve confiar nele e, aos poucos, dar liberdade para que faça atividades sozinho, como arrumar a cama ou tomar banho. “As crianças precisam ser mais independentes para ter confiança e, consequentemente, menos medo”, afirma.

Também é fundamental conversar sobre o assunto para que ele se sinta menos vulnerável aos próprios pensamentos. Diga que tudo o que existe no escuro também existe no claro, portanto não há razões para temer.

Ao ver o filho vulnerável a um sentimento, é muito fácil cair na tentação e levá-lo para dormir com você. Mas esse não é o caminho, afinal a criança precisa aprender a lidar com emoções negativas.
Na hora de dormir, o melhor para ajudar o seu filho é ficar ao lado dele até que ele adormeça ou deixar um abajur aceso. Explique que monstros e bruxas não existem no mundo real, somente na ficção, e tenha paciência para contextualizar a situação, dizendo que o quarto é um ambiente seguro e que não há nada para temer. Outra dica é contar histórias para distraí-lo, mas, claro, nada de enredos assustadores.
Se o medo se tornar frequente ou incontrolável, é hora de pedir ajuda especializada.
FONTE: Revista Crescer. Editora Globo.
Por Jéssica Zava - atualizada em 04/09/2013 18h44

Dizer 'não' também é Amar!

Ser firme sem ser agressivo ou ditador, dizer 'não' de forma calma e clara é uma das dicas quando se trata de comportamentos de birras ou diante daqueles inúmeros pedidos do gênero "Posso e Quero". 

É com pequenos 'nãos' que as crianças aprendem a lidar com a frustração, adversidades e superação de problemas. Aprendem a resiliência, ou seja, capacidade de sobreviver, adaptar, evoluir e aprender perante as dificuldades. 



Importante sempre que as crianças conseguirem obedecer e aceitar o 'não', os pais elogiarem o bom comportamento para que elas percebam que estão no caminho certo e são reconhecidas e reforçadas por isso.



Criticas Destrutivas entre Pais e Filhos

Criticas destrutivas causam muitas vezes o distanciamento entre pais e filhos e baixa auto estima.

O diálogo e empatia são ferramentas essenciais para manter um bom relacionamento. Ouvir, saber falar, nos colocar no lugar do outro são formas de nos aproximar e poder assim conversar sobre sentimentos, vontades, medos, inseguranças.


Que tal fazer mudanças básicas no diálogo para educar crianças mais sábias, criativas, autônomas, criticas e confiantes?

Basta trocar o "Porque sim", dito normalmente sem explicação por uma boa conversa, explicativa e acolhedora.



Psicoterapia e Dificuldades de Aprendizagem

As dificuldades de aprendizagem podem ser de ordem Emocional, Neurológica, Pedagógica ou Educacional.

É de extrema importância um trabalho para que se avalie as particularidades de cada aluno e intervenha nessas que estão relacionadas com o insucesso escolar.

Quanto mais cedo for inciado este trabalho maiores as chances de melhoria e desenvolvimento do aluno.

Segundo estudos, cerca de 80% dos casos de crianças e jovens referenciados com dificuldades de aprendizagem , são de origem Emocional e Educacional e portanto, passiveis de serem trabalhadas e minimizadas as suas consequências.




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Divulgando um projeto muito interessante chamado ''Se Sentimentos fossem gente'' de um publicitário para explicar sentimentos para crianças, ilustrados por imagens divertidas ele aborda sentimentos, tais como: amor, esperança, coragem, preguiça, medo. 

Para conhecer mais sobre o projeto e fazer o download do livro, acessem:

www.sesentimentosfossemgente.com.br


O Brincar


"A essência do brinquedo é a criação de uma nova relação entre o campo do significado e o campo da percepção visual-ou seja, entre situações no pensamento e situações reais" -VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1998.

Brincar é criar, aprender, assumir papeis, imaginar, elaborar, aceitar regras, enfim, o brincar se torna papel fundamental no desenvolvimento e enfrentamentos das dificuldades do ensino-aprendizagem.



Comportamentos indicadores para a busca de um Psicólogo Infantil

Alguns comportamentos ocorridos com determinada frequência são indicadores para pais buscarem ajuda de um profissional, abaixo alguns exemplos para ficarem atentos:

-Pouca interação e comunicação
-Agitação
-Hiperatividade
-Dificuldade de concentração
-Agressividade
-Ansiedade
-Dificuldades para dormir, enurese/encoprese diurna ou noturna
-Comer pouco ou muito
-Baixo rendimento escolar
-Recusa a ir á escola

* Importante ressaltar que se a criança apresentar algum desses sinais, deve-se procurar ajuda de outros profissionais além do Psicólogo, a exemplo: Pedriatra, Psiquiatra, Nutricionista.




Porque e Quando Buscar Ajuda de um Psicólogo Infantil?

Quando adultos e responsáveis por nossas atitudes, temos a capacidade de notar quando algo nos incomoda e faz-se necessário a busca pela ajuda de um Psicólogo, porém quando nos referimos a crianças esse cuidado deve ser dobrado, visto que muitas vezes elas sofrem caladas ou se comportam de maneiras inadequadas extravasando a confusão mental que sentem e não conseguem organizar e pedir por ajuda. 


Importante que os pais não se sintam culpados ou receosos em buscar ajuda, pois nesse tempo de espera a criança continua em sofrimento, muitas vezes ela não esta passando somente por uma ‘’fase’’.



Há muitos casos em que se resolvem com métodos diferenciados tais como a psicoterapia breve, outros com orientação a pais e há aqueles que se faz necessário uma psicoterapia tradicional.

Em breve algumas dicas para se atentar e buscar ajuda de um profissional...







Psicologia Infantil- O Que Faz e Como Funciona?

Diante de uma demanda de atendimento o Psicólogo infantil inicialmente faz entrevistas com os pais da criança para conhecer a história de vida e compreender o porquê da procura. Posteriormente as sessões passam a ser com a criança, contudo são mantidos encontros periódicos com os pais para acompanhar a evolução da terapia.

O psicólogo infantil utiliza-se de recursos lúdicos para compreender sentimentos, angustias, medos e inseguranças e é através de brincadeiras que as crianças expressam tais sentimentos.E a partir desta interação o Psicólogo Infantil se utiliza de técnicas para entender o que se passa com a criança e com isso intervir para melhorar o seu estado emocional.Também através desta interação é possível perceber se o desenvolvimento físico, intelectual e psíquico da criança está ocorrendo de acordo com a idade.

*Demanda/ procura
* Sessão com os pais: Anamnese e levantamento de histórico de vida
*Sessão com a criança
*Encontros periódicos com os pais
*Modo de trabalhar lúdico, através da brincadeira, desenhos e etc.


Localização


JK Medical Center

Bloco A, 10º Andar, Sala 104

Rua Alexandre Herculano, 120

Vila Monteiro. Piracicaba-SP

Contato


(19) 3036-9133 
(19) 98170-1041

E-mail: gdpsicologa@gmail.com


facebook.com/gdpsicologa
gdpsicologa.blogspot.com.br



Área de Atuação

Terapia Cognitiva Comportamental para Crianças e Adolescentes.
Orientação de pais.

Quem Sou


Graduada em Psicologia pela Universidade Metodista de Piracicaba- UNIMEP

Psicóloga atuante em clinica particular situada em Piracicaba- SP, com foco no público Infantil e Orientação de pais. A partir da abordagem Cognitiva Comportamental.

Este Blog é destinado á divulgação do trabalho que realizo em uma clinica de Psicologia e ao compartilhamento de conhecimento, dicas e informações sobre o desenvolvimento psicológico da criança.

Vamos falar de assuntos voltados ao universo infantil, porém destinadas a adultos interessados nessa temática, sejam profissionais da área, pedagogos, professores, pais, estudantes, etc. Aqui vamos divulgar e convidar as pessoas a refletir, sempre de forma dinâmica, facilitando a troca de conhecimentos e experiências sobre o mundo dos nossos pequenos.

Vale ressaltar que o objetivo é promover a troca de conhecimento, não fornecer um manual com regras prontas. Dada à complexidade do assunto, cada caso tem que ser analisado cautelosamente por um profissional qualificado.